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    MÉDICOS DO ESTADO FARÃO PARALISAÇÕES PONTUAIS PARA DEMONSTRAR INSATISFAÇÃO COM RUMOS DA SAÚDE NO GOVERNO ZEMA

    Com o objetivo de sensibilizar a população e denunciar a falta de propostas por parte do Governo médicos ligados às carreiras do Estado (Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais, Hemominas e Secretaria Estadual de Saúde) deliberaram por iniciar paralisações pontuais nos atendimentos, de forma escalonada. A decisão foi tomada ontem, dia 4 de dezembro, em assembleia geral extraordinária realizada na sede do Sindicato dos Médicos de Minas Gerais.
    A primeira paralisação foi marcada para o próximo 16 de dezembro, das 8h às 16h, no Hospital Infantil João Paulo II (antigo CGP) e na Fundação Hemominas. Serão paralisados os atendimentos eletivos ambulatoriais, internações eletivas da Central de Leitos e SUS Fácil e de 2/3 do Pronto-Atendimento.
    Uma nova assembleia será agendada para a primeira quinzena de janeiro para discutir novas paralisações, caso o governo não apresente uma proposta plausível aos servidores.
    Salários atrasados, defasagem salarial de 31,75% (desde 2014), incertezas com relação ao futuro das unidades com possibilidade de gestão por Organizações Sociais, falta de equipamentos e medicamentos, estruturas precárias, equipes incompletas, falta de segurança para os profissionais são alguns dos problemas enfrentados pelos médicos.
    A categoria luta ainda para a implantação de um novo Plano de Cargos e Salários, já aprovado pela gestão anterior e estacionado no atual governo; realização de concurso público para reposição de aposentadorias e exonerações; entre outras reivindicações.
    No ofício enviado aos gestores, após a assembleia, o sindicato ressalta que a pauta reivindicatória foi encaminhada para o Governo em tempo hábil e já foram realizadas reuniões com a SEPLAG, Mesa SUS Estadual de Negociação Sindical e Presidência da FHEMIG: “Reconhecemos que a gestão acolheu o movimento com abertura ao diálogo, mas não apresentou propostas concretas, com metas e prazos para nenhum dos pontos de pauta principais”, diz o documento.